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Preço baixo e a não obrigatoriedade de receita facilita compra de comprimidos
Um novo estudo realizado na Argentina indica que três de cada dez “medicamentos para ereção” vendidos no paÃs no ano passado foram consumidos por menores de idade.
O estudo foi realizado por Continue Reading »
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Aparelho promete comunicar casais à distância

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Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.
Alternativa
Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.
Via BBC Brasil
Pomada de nano-partÃculas poderá chegar ao mercado

Cientistas do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, desenvolveram uma pomada para tratar impotência de forma localizada.
Os cientistas desenvolveram nano-partÃculas capazes de liberar óxido nÃtrico – substância que ajuda na biologia da ereção e relaxa as células musculares do pênis – de forma contÃnua.
A pomada, aplicada localmente, foi testada com sucesso em animais e os resultados foram apresentados na reunião anual da Associação Urológica Americana.
Os cientistas aplicaram a pomada em sete ratos geneticamente modificados para ter disfunções eréteis. Cinco deles apresentaram uma ereção visÃvel. Em média, a ereção foi alcançada em 65 minutos.
“Este é um conceito muito interessante que tem potencial de ter impacto sobre muitas condições, inclusive disfunções eréteis, se puder ser levado dos laboratórios animais para as clÃnicas”, disse o médico Ira D. Sharlip, porta-voz da Associação Urológica Americana.
“Ainda falta observar se os efeitos da tecnologia de nano-partÃculas são locais ou sistêmicos”, completou.
Segundo os cientistas, por ser de uso localizado, a pomada pode usar uma dose mais baixa de óxido nÃtrico e evitar os efeitos colaterais causados pela absorção sistêmica da substância, como no caso de uma pÃlula.
Vários comprimidos usados em tratamentos contra disfunções eréteis podem ter efeitos colaterais. O Viagra, por exemplo, pode provocar dor de cabeça, vermelhidão no rosto e dor de estômago.
Segundo a Pfizer, fabricante do produto, mais da metade dos homens de 40 anos de idade podem enfrentar problemas para alcançar ou manter uma ereção.
Via BBC Brasil
Estudo indica que homens e mulheres tendem a ter mesmo número de filhos

Um estudo cientÃfico recém-publicado questiona a teoria da propensão natural dos homens à promiscuidade, mostrando que homens e mulheres nos paÃses ocidentais tendem a ter o mesmo número de filhos com o mesmo número de parceiros.
O estudo compilou dados de mais de 10 mil pessoas em 18 paÃses para avaliar a validade de uma teoria de 1948, que afirmou que os homens tenderiam mais naturalmente à busca de um maior número de parceiras possÃvel, enquanto as mulheres seriam mais seletivas nas suas escolhas de parceiros.
A base da teoria de 1948, formulada por Angus Bateman, era um estudo com moscas de frutas, indicando que as moscas macho têm um maior número de parceiros sexuais e de descendentes em comparação às moscas fêmeas.
Segundo Bateman, isso era explicado pelo fato de um simples óvulo ser mais difÃcil de ser produzido do que um simples espermatozoide, limitando o número de filhos entre as fêmeas ao número de óvulos produzidos, enquanto entre os machos esse limite seria determinado pelo número de parceiras.
Teoria rejeitada
A nova pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Trends in Ecology & Evolution, rejeita a teoria de Bateman e sugere que as estratégias humanas para reprodução não seguem um padrão universal único.
O estudo indica, por exemplo, que apesar de o número de filhos e de parceiros serem semelhantes entre homens e mulheres nas sociedades monogâmicas, o mesmo não acontece nas sociedades poligâmicas.
“A visão convencional de machos promÃscuos e não discriminatórios e de fêmeas recatadas e selecionadoras também tem sido aplicada para nossa própria espécie, mas isso não parece ser verdade”, afirma a coordenadora do estudo, Gillian Brown, da Escola de Psicologia da Universidade St. Andrews, na Escócia.
“Os avanços recentes em teoria evolutiva sugerem que fatores como diferença de taxas de mortalidade entre os gêneros, a proporção entre os gêneros na população, densidade populacional e a variação na qualidade do acasalamento podem ter um impacto sobre o comportamento dos humanos em relação à reprodução”, diz Brown.
Segundo ela, “não devemos esperar que as estratégias humanas para acasalamento possam ser explicadas pelas regras simples derivadas da pesquisa de Bateman”.
Via BBC Brasil
Gás liberado no ovo podre poderia relaxar células no pênis

Cientistas da Universidade de Nápoles, na Itália, afirmaram que sulfeto de hidrogênio pode ser a chave para um novo medicamento contra a impotência, segundo cientistas.
Os pesquisadores injetaram o gás, que é responsável pelo mau cheiro de um ovo podre, no tecido erétil retirado intacto de oito homens que haviam passado por uma cirurgia de mudança de sexo. Eles também aplicaram a substância em ratos.
Giuseppe Cirino, chefe da equipe de pesquisadores, disse ter certeza de que o gás é parcialmente responsável pelo processo de ereção, e que isso poderia levar ao desenvolvimento de um novo remédio.
“A descoberta pode ajudar a desvendar os complexos mecanismos por trás da fisiologia da ereção humana, e pode levar ao desenvolvimento de técnicas terapêuticas para a disfunção erétil e outros problemas semelhantes”, afirmou.
Segundo os cientistas na Itália, o sulfeto de hidrogênio ajuda a relaxar células nervosas do pênis, estimulando o fluxo sanguÃneo.
Em um artigo publicado na revista cientÃfica Proceedings of the National Academy of Sciences, os pesquisadores dizem que a descoberta pode levar à criação de uma droga alternativa ao Viagra.
O Viagra é o medicamento mais popular usado contra a impotência, mas muitos homens com o problema não respondem ao remédio.
Pesquisas anteriores mostraram que outra substância, o óxido nÃtrico, agia de maneira semelhante, mas em outra área do pênis. Esta descoberta acabou levando ao desenvolvimento do Viagra.
Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de metade dos homens com mais de 40 anos apresentam alguma queixa em relação a suas ereções.
Via BBC Brasil
Primeiro sequenciamento de genoma humano, em 2003, custou US$ 3 bi

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Primeiro sequenciamento de genoma humano, em 2003, custou US$ 3 bi
Uma empresa americana está oferecendo mapear o genoma da pessoa que oferecer a maior soma de dinheiro em um leilão no site eBay.
O vencedor do leilão terá direito a um completo sequenciamento de seu DNA e a uma interpretação de seus detalhes genéticos, que podem indicar, por exemplo, a propensão a certas doenças.
Com um lance inicial de US$ 68 mil, a empresa Knome pretende deixar o leilão aberto por dez dias, a partir desta sexta-feira.
O preço normal cobrado pela Knome para fazer o mapa genético de um indivÃduo é US$ 99 mil.
O dinheiro arrecadado com o leilão será revertido à fundação X Prize, que está oferecendo um prêmio de US$ 10 milhões ao primeiro grupo que conseguir sequenciar cem genomas humanos em dez dias a um custo de menos de US$ 10 mil por genoma.
O primeiro sequenciamento do genoma humano foi feito em 2003, a um custo de US$ 3 bilhões.
Com o desenvolvimento das técnicas, estima-se que o custo do mapeamento do DNA deva ter uma acentuada queda nos próximos anos, podendo ser oferecido ao público a preços que podem chegar a US$ 1.000.
No futuro, espera-se que o mapeamento genético ajude a prevenir ou tratar doenças ou mesmo identificar traços de comportamento das pessoas determinados por seus genes.
Mas os cientistas admitem que as informações geradas pelo sequenciamento do DNA trazem hoje poucos benefÃcios concretos, porque ainda são poucos os genes já identificados com doenças ou outros problemas.
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Via BBC Brasil
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Pesquisa indica risco maior para homens com mais apetite sexual.

Um novo estudo inglês sugere que homens que têm uma vida sexual intensa entre os 20 e 40 anos de idade têm mais chances de desenvolver câncer de próstata.
Os pesquisadores da Universidade de Nottingham observaram 840 homens – um grupo de 431 diagnosticados com câncer de próstata e 409 saudáveis.
Os voluntários responderam questionários sobre a frequência das relações sexuais e da masturbação, o número de parceiras e a saúde sexual.
De acordo com os resultados, publicados na edição desta segunda-feira da revista cientÃfica British Journal of Urology, 40% dos homens com câncer costumavam fazer sexo mais de 20 vezes por mês entre os 20 e 40 anos, comparados com 32% entre o grupo dos homens saudáveis.
Os homens diagnosticados com câncer de próstata também se masturbavam mais (34%) do que os saudáveis (24%) nesta faixa etária.
A pesquisa indica ainda que o grupo dos homens diagnosticados com câncer registrou mais casos de doenças sexualmente transmissÃveis.
“Descobrimos uma associação entre o câncer de próstata e atividade sexual e masturbação nos homens entre 20 e 40 anos”, afirmou Polyxeni Dimitropoulou, principal autor do estudo.
“Não há, no entanto, nenhuma relação entre a atividade sexual e o câncer em homens acima dos 40 anos”, acrescentou o pesquisador.
Hormônios
Segundo os pesquisadores, é possÃvel que o alto nÃvel de hormônios seja responsável por um aumento na atividade sexual entre os 20 e 40 anos e também pelo desenvolvimento do câncer de próstata em idades mais avançadas.
“Os hormônios parecem ter um papel importante no desenvolvimento do câncer de próstata, e é muito comum fazer tratamentos para reduzir o nÃvel de hormônios que estimulam as células cancerÃgenas”, disse Dimitropoulou.
“Da mesma forma, o apetite sexual dos homens também é regulado pelos nÃveis de hormônio – portanto, o estudo examinou a teoria de que a vontade sexual afeta o risco de câncer de próstata”, completou o pesquisador.
Para John Neate, diretor da ONG Prostate Cancer Charity, que ajuda pacientes e trabalha com pesquisas sobre a doença, as descobertas do estudo precisam de mais provas para que sejam aceitas.
“O papel da atividade sexual vem ganhando cada vez mais atenção na pesquisa sobre o câncer de próstata”, disse Neale. “Infelizmente, esse estudo oferece poucos conselhos práticos para homens que querem reduzir o risco da doença.”
O diretor da ONG acrescentou que os dados do estudo podem não ser precisos, já que se baseia nas respostas dos entrevistados sobre suas experiências de 20 ou 30 anos atrás, e essas informações podem não ser verdadeiras.
“A amostra usada no estudo também é relativamente pequena, o que torna ainda mais difÃcil chegar a conclusões universais”, concluiu Neale.
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Via BBC Brasil
Segundo especialistas até 40% dos homens sofrem de ejaculação precoce em algum momento

Um spray criado por pesquisadores do Hospital Royal Victoria de Belfast, Irlanda do Norte, pode ajudar homens que sofrem de ejaculação precoce a prolongar o tempo da relação sexual em até seis vezes.
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Os homens que usaram o medicamento em testes cinco minutos antes do sexo estenderam o tempo da relação entre 30 segundos e quatro minutos.
O spray tem anestésicos que agem localmente, no pênis. O estudo, publicado na revista especializada British Journal of Urology, afirma que o produto poderá estar no mercado nos próximos anos.
Especialistas afirmam que até 40% dos homens sofrem de ejaculação precoce em algum momento da vida, mas é difÃcil ter uma estatÃstica exata, pois ainda existe constrangimento para uma discussão da vida sexual entre homens e a definição de uma ejaculação precoce varia de homem para homem.
Para alguns dez minutos de relação pode ser o bastante, mas para outros, uma relação que dure menos de 20 minutos pode ser insatisfatória.
Mais de um minuto
No estudo os pesquisadores analisaram 300 homens que regularmente tinham dificuldades em manter uma relação de mais de um minuto.
A maioria destes homens tinha tentado outros tratamentos, o mais comum sendo antidepressivos via oral.
Cada vez que eles mantinham uma relação durante o perÃodo de três meses do estudo, casa casal usava um cronômetro para marcar o tempo até a ejaculação.
Os homens que testaram o spray, chamado de PSD502, conseguiram durar 6,3 vezes mais em média. O PSD502 ajudou 90% dos homens a ter relações sexuais de até quatro minutos, sendo que anteriormente eles mantinham relações por apenas alguns segundos.
Em comparação, homens que testaram um spray placebo duraram apenas 1,7 vezes mais.
“Ejaculação precoce pode ser um problema muito aflitivo para os homens e pode causar frustração e fazer com que eles evitem relações sexuais”, afirmou o professor Wallace Dinsmore, lÃder da pesquisa.
“Nossa pesquisa mostra que quando o spray PSD502 foi aplicado ao pênis do homem cinco minutos antes da relação, houve melhora na relação e na satisfação sexual, que são fatores chave para o tratamento da ejaculação precoce.”
“Isto pode ajudar particularmente os homens que têm problemas de ejaculação precoce relacionados com ansiedade”, disse Paula Hall, da organização britânica de terapia sexual Relate.
“Pode ajudar a aumentar a confiança deles, mas a causa da ansiedade ainda precisa ser tratada”, acrescentou.
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Via BBC Brasil
Menor toma hormônios masculinos desde os 13 anos

Uma adolescente australiana diagnosticada com transtorno de identidade de gênero ganhou na Justiça a permissão para a remoção completa dos seios.
Identificada apenas como “Alex”, a jovem de 17 anos faz tratamento hormonal desde os 13 para interromper a menstruação e o desenvolvimento dos seios.
O transtorno de identidade de gênero é uma condição em que a pessoa tem a aparência normal de homem ou mulher, mas se sente como sendo do sexo oposto.
Em entrevista ao jornal The Age, a juÃza do Tribunal de FamÃlia de Melbourne Diana Bryant disse que seria melhor para a adolescente ter a permissão para fazer a operação “o mais rápido possÃvel”, porque, enquanto menor de idade, poderá usufruir de serviços sociais oferecidos pelo governo.
Além disso, disse a magistrada, “esse é um tempo crucial para a vida social e mental dos adolescentes”.
Para Bryant, a questão era se “Alex” poderia nesse meio tempo mudar de opinião sobre a operação, como já aconteceu em casos passados.
“Mas a evidência foi de que a operação era do interesse dela”, disse.
Controvérsia
No entanto, segundo o eticista Nick Tonti-Filippini, a medicina não reconhece cirurgias para mudança de sexo como um tratamento para o transtorno de identidade de gênero.
“Isso é psicológico. O que estão querendo é fazer com que uma realidade biológica corresponda a uma falsa crença”, disse ele ao The Age.
Tonti-Filippini citou o caso de um jovem de 22 anos, morador de Melbourne, que processou os médicos após ter se arrependido de uma cirurgia de mudança de sexo alegando que não foi bem alertado e questionado na época.
O mesmo tribunal de famÃlia já havia causado controvérsia em 2007, quando permitiu que uma menina de 12 anos, identificada apenas como “Brodie”, tomasse hormônios masculinos.
“Foi descoberto mais tarde que a mãe de Brodie, por causa de uma depressão pós-parto, teria feito uma lavagem cerebral na menina a comprado roupas e brinquedos de meninos e a ensinado a se comportar como tal”, disse Tonti-Filippini ao diário.
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Via BBC Brasil
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Segundo especialistas, esforços para mudar orientação sexual podem ser prejudiciais.
Uma pesquisa realizada por especialistas britânicos sugere que terapeutas ainda oferecem tratamentos para homossexualidade apesar de não existir uma técnica aceita como comprovadamente eficaz nesta área.
A pesquisa divulgada na publicação especializada BMC Psychiatry envolveu 1,4 mil terapeutas britânicos e mostrou que uma “minoria significativa” de profissionais de saúde mental admitiu ter ajudado pelo menos um paciente a reduzir seus sentimentos homossexuais quando estes foram em busca de tratamento.
De acordo com o estudo, somente 4% dos psicólogos disseram que ajudariam a mudar a orientação sexual dos pacientes, mas 17% disseram que tentariam ajudar seus pacientes a conter seus instintos homossexuais.
Muitos deles disseram ter agido na “melhor das intenções”, afirma o estudo.
“Nós sabemos que os esforços para mudar a orientação sexual da pessoa resultam em poucas mudanças e podem ser prejudiciais”, disse o professor Michael King, da University College, em Londres.
“Nós achamos muito preocupante ter havido uma minoria significante de terapeutas que parecem ignorar este fato, mesmo que o tenham feito com a melhor das intenções”.
O Royal College of Psychiatrists, na Grã-Bretanha, diz que todos os homossexuais têm o direito de se proteger de terapias que são potencialmente prejudiciais, principalmente aquelas que se propõem a mudar a orientação sexual.
Nos Estados Unidos, onde tem havido um intenso debate sobre a questão da “cura” para homossexualidade, a Associação Americana de Psiquiatria (APA, na sigla em inglês) pediu a todos os profissionais éticos que interrompam suas tentativas de alterar a orientação sexual dos indivÃduos.
 Via BBC Brasil









































